quinta-feira, 31 de maio de 2018

Medo, frequências vibracionais e greve dos caminhoneiros

A greve dos caminhoneiros trouxe muitas consequencias materiais, financeiras, profissionais bem como psicológicas e emocionais. Dentre as consequencias psico emocionais está o medo que ficou bastante ressaltado na população brasileira.


A greve dos caminhoneiros trouxe muitas consequencias materiais, financeiras, profissionais bem como psicológicas e emocionais. Dentre as consequencias psico emocionais está o medo que ficou bastante ressaltado na população brasileira.
Fonte da imagem: Google
Durante a greve, foi possível observar o medo de faltar comida, de faltar água, de faltar combustível etc, por muito tempo. E medo de tantas outras coisas... Isso fez pessoas estocarem coisas, outras venderem mais caro, outras roubarem, outras fazerem piada e outras fazerem da própria vida um inferno.


Durante a greve, foi possível observar o medo de faltar comida, de faltar água, de faltar combustível etc, por muito tempo. E medo de tantas outras coisas... Isso fez pessoas estocarem coisas, outras venderem mais caro, outras roubarem, outras fazerem piada e outras fazerem da própria vida um inferno.
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A emoção mais marcante foi a mesma: o medo, mas, as formas de lidar com ele foram diversas. A questão é que as diferentes formas de lidar dão o mesmo trabalho, gastam a mesma energia. O medo é uma emoção básica junto com a raiva, a tristeza, o nojo e a alegria. Cada emoção tem sua função,
a do medo é de nos proteger, de nos preparar para lidar com adversidades, de nos alertar de possíveis perigos para a nossa vida e de evitar que façamos coisas que nos coloquem em risco.
O problema começa quando o medo passa a ser um funcionamento psíquico cristalizado, quando passa a dirigir nossos comportamentos, nos paralisa, domina, nos fazendo vibrar ondas eletromagnéticas nocivas e bem diferentes das ondas que emitimos quando experimentamos felicidade.


O problema começa quando o medo passa a ser um funcionamento psíquico cristalizado, quando passa a dirigir nossos comportamentos, nos paralisa, domina, nos fazendo vibrar ondas eletromagnéticas nocivas e bem diferentes das ondas que emitimos quando experimentamos felicidade.
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Estudos mostram que afirmações (faladas ou pensadas) que envolvem medo, raiva ou tristeza podem chegar a matar plantas. Imagina o poder de todas as vibrações de ondas eletromagnéticas de todas as pessoas do planeta Terra?

A solução não se trata de abolir as emoções, cada uma tem sua função e nos protegem quando estão em equilíbrio. O que é prejudicial a nossa saúde física, mental e energética é quando nos fixamos em uma emoção com comportamentos automáticos.
A solução envolve escolher em que frequência vamos vibrar, já que dá o mesmo trabalho que vibrar em outra emoção. A diferença é como nos sentimos e a química criamos no nosso organismo.
Para vibrar em uma frequência que nos favoreça equilíbrio, tranquilidade, saúde e felicidade, primeiro precisamos nos darmos conta da emoção e do pensamento que ocorre no momento, perceber isso, respirar e se perguntar:
Como eu posso escolher lidar com isso? 
Em situações de intenso desafio, como por exemplo, no período da greve dos caminhoneiros, diante do medo, da falta de segurança nas ruas e da falta de combustível para circular, muitos de nós tivemos que ficar em casa por alguns dias. A única escolha possível nesse caso era escolher como lidar com essa situação.


Dentre as escolhas possíveis, com a qual você se identifica mais? Reclamar do governo, se estressar, compartilhar notícias ruins, terroristas e catastróficas e assim sobrecarregar seu fígado. Ou, fazer de conta que está de férias, aproveitar o momento para refletir como você está vivendo ou levando a vida, aproveitar para cuidar da casa, fazer algo que você queria há um tempo tipo ler um livro, assistir aquele filme, fazer maratona sua série favorita, ficar com a família, brincar com seus filhos, cuidar das plantas, do cachorro, do gato ou peixe ou tartaruga.
Fonte da imagem: Google
Dentre as escolhas possíveis, com a qual você se identifica mais? Reclamar do governo, se estressar, compartilhar notícias ruins, terroristas e catastróficas e assim sobrecarregar seu fígado. Ou, fazer de conta que está de férias, aproveitar o momento para refletir como você está vivendo ou levando a vida, aproveitar para cuidar da casa, fazer algo que você queria há um tempo tipo ler um livro, assistir aquele filme, fazer maratona sua série favorita, ficar com a família, brincar com seus filhos, cuidar das plantas, do cachorro, do gato ou peixe ou tartaruga.

Que tal, em momentos de desafio, viver o momento? Que tal substituir todo o aborrecimento por uma visão das possibilidades existentes e uma ação construtiva?

Cuida da sua felicidade, você merece e gente feliz muda o mundo! 

Ouça o áudio que gravei sobre esse tema clicando no botão abaixo.



Abraço, Julini.

Julini Araujo Santos - Palestrante e Coach de felicidade

Psicóloga - UFBA  (CRP 03/06705) Whatsapp - Palestras
Sanitarista e Especialista em Saúde da Família pelo Programa de Residência Hólon/EBMSP/SESAB 
Especialista em Saúde Coletiva pelo Instituto de Saúde Coletiva - UFBA
Gestalt-terapêuta pelo Instituto de Gestalt-terapia da Bahia - IGTBa


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